[.]Coca-Cola atua na ilegalidade para combater concorrentes...
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (1/5)
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (2/5)
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (3/5)
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (4/5)
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (5/5)
A Coca-Cola é acusada no Brasil de usar métodos ilegais para se livrar da concorrência das "tubaínas". O proprietário da "Dolly" teria até sido ameaçado de morte. Informações vem de conversas gravadas do ex-diretor da Coca-Cola, Eduardo Capistrado.
No dia 18/08/03, o programa jornalístico "Repórter Cidadão" (Rede TV) apresentou uma notícia que seria apenas mais um caso de sensacionalismo, comum nos jornalísticos-policiais do gênero, não fossem as provas apresentadas e as partes envolvidas.
Não se tratava de um estupro, assassinato ou sequestro que tentaria comover seus telespectadores, mas de um suposto caso de corrupção corporativa, ameaças, intimidação e concorrência desleal.
Tudo não passaria de mais um caso comum num país de terceiro mundo como o Brasil não fosse pelo envolvimento da Coca-Cola, a maior fabricante de refrigerantes do Planeta, detentora da marca mais famosa e consumida no mundo.
As acusações foram feitas pelo empresário Laerte Codonho, proprietário da Refrigerantes Dolly, uma empresa média produtora de refrigerantes sediada no Brasil.
Segundo Coutinho, a Coca-Cola teria realizado diversas ações tentando acabar com a Dolly. A Coca-Cola, que já deteve 70% do mercado de refrigerantes no Brasil, ainda é líder, porém vem perdendo mercado ano a ano, principalmente para as chamadas "Tubaínas", refrigerantes de pequenas e médias indústrias, em sabores típicos brasileiros como o Guaraná, e que teriam apelo mais popular.
A Dolly teria sido escolhida pela Coca-Cola para o desencadeamento do chamado "Plano Lodo" por ser uma empresa organizada e em expansão.
Codonho alega ter gravações de diversas conversas realizadas em junho e julho de 2003 junto à Luis Eduardo Capistrano do Amaral, ex-diretor de compras e estratégia da Pananco, maior engarrafador de Coca-Cola do Brasil.
Nas fitas, Capistrado confessa diversos procedimentos ilegais para tirar a Dolly do mercado, como o envio de e-mails falsos com boatos sobre a qualidade dos produtos Dolly, e a entrega de panfletos em postos de venda alertando sobre problemas de higiene nos produtos.
Além disso, desde 2000 ocorreram ameaças e pressão junto à fornecedores, espionagem industrial, sabotagem e corrupção de agentes públicos na tentativa de destruir sua empresa.
Ainda segundo as gravações feitas das conversas com Capistrado, a responsável pela arquitetação do Plano Lodo teria sido a Matriz da Coca-Cola em Atlanta, através do argentino Jorge Giganti (ex-presidente da Coca-Cola), que por sua vez repassou à Capistrado à responsabilidade de acabar com a Dolly.
A Refrigerantes Dolly afirmou que impetrará ação no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e em tribunais americanos contra a matriz da Coca-Cola.
Na semana passada foi assassinado o proprietário da Schincariol, uma cervejaria de porte médio no Brasil, que estava em franca expansão, através do lançamento de novas marcas no mercado brasileiro e ameaça a posição da Kaiser (marca de cerveja produzida pela Coca-Cola no Brasil).
A polícia investiga a possibilidade de tentativa de assalto, pouco provável dada a violência e circunstâncias do crime (nada foi levado). Mas as acusações de crimes realizados pela Coca-Cola no Brasil colocam novas questões no debate. Seria possível uma multinacional supostamente ética utilizar de métodos próprios da máfia para impedir o crescimento de seus concorrentes?
Para saber mais sobre esse e outros assustos acesse midiaindependente.org[-]http://www.youtube.com/watch?v=csn1N-S2l_4endofvid [postlink]http://fontevideos.blogspot.com/2010/12/verdadeira-face-assassina-da-coca-cola.html[/postlink]
A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (1/5)
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A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (3/5)
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A Verdadeira Face Assassina da Coca-Cola (5/5)
A Coca-Cola é acusada no Brasil de usar métodos ilegais para se livrar da concorrência das "tubaínas". O proprietário da "Dolly" teria até sido ameaçado de morte. Informações vem de conversas gravadas do ex-diretor da Coca-Cola, Eduardo Capistrado.
No dia 18/08/03, o programa jornalístico "Repórter Cidadão" (Rede TV) apresentou uma notícia que seria apenas mais um caso de sensacionalismo, comum nos jornalísticos-policiais do gênero, não fossem as provas apresentadas e as partes envolvidas.
Não se tratava de um estupro, assassinato ou sequestro que tentaria comover seus telespectadores, mas de um suposto caso de corrupção corporativa, ameaças, intimidação e concorrência desleal.
Tudo não passaria de mais um caso comum num país de terceiro mundo como o Brasil não fosse pelo envolvimento da Coca-Cola, a maior fabricante de refrigerantes do Planeta, detentora da marca mais famosa e consumida no mundo.
As acusações foram feitas pelo empresário Laerte Codonho, proprietário da Refrigerantes Dolly, uma empresa média produtora de refrigerantes sediada no Brasil.
Segundo Coutinho, a Coca-Cola teria realizado diversas ações tentando acabar com a Dolly. A Coca-Cola, que já deteve 70% do mercado de refrigerantes no Brasil, ainda é líder, porém vem perdendo mercado ano a ano, principalmente para as chamadas "Tubaínas", refrigerantes de pequenas e médias indústrias, em sabores típicos brasileiros como o Guaraná, e que teriam apelo mais popular.
A Dolly teria sido escolhida pela Coca-Cola para o desencadeamento do chamado "Plano Lodo" por ser uma empresa organizada e em expansão.
Codonho alega ter gravações de diversas conversas realizadas em junho e julho de 2003 junto à Luis Eduardo Capistrano do Amaral, ex-diretor de compras e estratégia da Pananco, maior engarrafador de Coca-Cola do Brasil.
Nas fitas, Capistrado confessa diversos procedimentos ilegais para tirar a Dolly do mercado, como o envio de e-mails falsos com boatos sobre a qualidade dos produtos Dolly, e a entrega de panfletos em postos de venda alertando sobre problemas de higiene nos produtos.
Além disso, desde 2000 ocorreram ameaças e pressão junto à fornecedores, espionagem industrial, sabotagem e corrupção de agentes públicos na tentativa de destruir sua empresa.
Ainda segundo as gravações feitas das conversas com Capistrado, a responsável pela arquitetação do Plano Lodo teria sido a Matriz da Coca-Cola em Atlanta, através do argentino Jorge Giganti (ex-presidente da Coca-Cola), que por sua vez repassou à Capistrado à responsabilidade de acabar com a Dolly.
A Refrigerantes Dolly afirmou que impetrará ação no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e em tribunais americanos contra a matriz da Coca-Cola.
Na semana passada foi assassinado o proprietário da Schincariol, uma cervejaria de porte médio no Brasil, que estava em franca expansão, através do lançamento de novas marcas no mercado brasileiro e ameaça a posição da Kaiser (marca de cerveja produzida pela Coca-Cola no Brasil).
A polícia investiga a possibilidade de tentativa de assalto, pouco provável dada a violência e circunstâncias do crime (nada foi levado). Mas as acusações de crimes realizados pela Coca-Cola no Brasil colocam novas questões no debate. Seria possível uma multinacional supostamente ética utilizar de métodos próprios da máfia para impedir o crescimento de seus concorrentes?
Para saber mais sobre esse e outros assustos acesse midiaindependente.org[-]http://www.youtube.com/watch?v=csn1N-S2l_4endofvid [postlink]http://fontevideos.blogspot.com/2010/12/verdadeira-face-assassina-da-coca-cola.html[/postlink]
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